Caminhada pelo Vale Francês durante o Circuito W de Torres del Paine

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Olá 👋, meu nome é Annia e vou contar a vocês minha experiência fazendo o trekking mais famoso de Torres del Paine. Começamos nossa aventura a partir de El Calafate (Argentina) e aproveitamos paisagens impressionantes, trilhas desafiadoras e momentos de conexão com a natureza. No coração da Patagônia Chilena percorremos o famoso Circuito W, que atravessa a parte sul do Parque Nacional Torres del Paine. A cada dia curtimos as paisagens e vivemos novas experiências acompanhadas de um clima bastante instável. À noite, descansamos nos acolhedores Refúgios que o parque oferece nos diferentes Setores para cada uma das etapas do circuito. Neste post, conto a você nossa experiência nesse lugar que é considerado a oitava maravilha do mundo.

Viajante no aeroporto pronta para viajar à Patagônia Chilena

Preparação e recomendações para fazer o Circuito W

Para realizar o Trek é necessário estar em boa forma física e ter alguma experiência em trilhas. Desde que reservamos as passagens de avião alguns meses antes, já começamos a nos preparar para completar a rota W com sucesso: sessões de academia, longas caminhadas e até algumas trilhas na montanha pela região. No nosso caso, poucas semanas antes fizemos o Caminho de Santiago – Rota Portuguesa pelo litoral (na Espanha). Embora tenhamos percorrido mais quilômetros (127 km em 6 dias), a dificuldade era menor, já que é uma rota entre vilarejos e trilhas em terreno mais plano. Ainda assim, sem dúvida foi um ótimo treino e mais uma grande experiência.

Também precisávamos fazer os preparativos da viagem e pensar na bagagem. O que iríamos levar? Era importante levar em conta o clima instável de Torres del Paine, para não esquecer nenhuma peça de roupa e evitar passar frio ou se molhar. Também era necessário prestar atenção ao peso da mochila, já que teríamos que carregá-la durante todo o percurso. O melhor é levar apenas o estritamente necessário para fazer o Trek. Levando em consideração nosso itinerário e as características da Patagônia, fomos aos poucos montando a mochila:

  • Primeira camada de roupa (camisetas térmicas)
  • Segunda camada (agasalhos tipo fleece)
  • Terceira camada (jaqueta impermeável)
  • Calças confortáveis para trekking
  • Botas de trilha
  • Calçado impermeável reserva
  • Gorro e lenço para o pescoço
  • Bastões de trekking
  • Óculos de sol
  • Protetor solar
  • Produtos de higiene pessoal
  • Lanterna
  • Bateria extra para o celular
  • Câmera fotográfica
  • E o mais importante: o passaporte!

Primeiro dia do trekking: de El Calafate ao Parque Nacional Torres del Paine

Naquela manhã, acordamos em El Calafate (Argentina) e, após percorrer 350 km, chegamos ao Chile ao meio-dia. Estávamos exatamente na Portaria Laguna Amarga, apresentando nossos ingressos para entrar no parque. Havíamos chegado com um tour de dia inteiro que tivemos que interromper no meio, pois nossa aventura continuava no Parque Nacional. Não voltaríamos mais à Argentina, já que… o Circuito W nos esperava!

Torres del Paine

Na Portaria Laguna Amarga havia alguns guardas-parque que nos deram orientações sobre os horários e o ponto de partida do ônibus Las Torres. Esse ônibus vai até o Centro de Boas-vindas, tem um custo de 4.500 ARS e só aceita pagamento em dinheiro. Como nossa excursão com a Howlanders incluía todos os traslados, nós já tínhamos o bilhete e só precisamos apresentá-lo para embarcar.

Assim que chegamos ao Centro de Boas-vindas, fomos recebidas por um rapaz da equipe que nos deu as instruções para chegar ao nosso próximo destino: o Setor Chileno. Eles sempre perguntam se você veio apenas para passar o dia ou se vai se hospedar no Setor Central ou no Chileno naquela noite. De acordo com a sua resposta, indicam o caminho e o tempo aproximado. O Setor Central fica bem próximo, então, se você vai se hospedar lá, não precisa caminhar muito no primeiro dia. Por outro lado, o Setor Chileno está a quase 6 km de distância, após uma trilha de aproximadamente 2 horas.

Explorando o Setor Chileno

Começamos a caminhar em direção ao Setor Chileno e não conseguíamos acreditar que finalmente estávamos ali. Enfim iniciávamos esse trekking por Torres del Paine, que duraria um total de 5 dias. A trilha estava tranquila e as paisagens eram de tirar o fôlego. O início do trajeto foi fácil, o terreno era plano até chegarmos a uma ponte. A partir dali começava a subida rumo à Base Torres, e o caminho passou a ter mais inclinação. Claro, estávamos subindo a montanha para alcançar as melhores vistas das três torres de granito que dão nome a este incrível Parque Nacional!

Naquele dia, o vento estava muito forte em Torres del Paine. Quando passamos pelo Paso de Los Vientos, achei que o nome não podia ser mais apropriado para aquele trecho — a força e a velocidade do vento eram impressionantes.

Depois de mais um tempinho de caminhada, chegamos ao Camping do Setor Chileno. Estávamos muito felizes por finalmente ter chegado e poder descansar. E, para nossa surpresa, o lugar era muito mais acolhedor e bonito do que imaginávamos! Tudo feito em madeira, com uma lareira acesa, pessoas sentadas nas mesas conversando, comendo, jogando jogos de tabuleiro…

Fizemos o check-in na recepção e tivemos que apresentar nossos passaportes e os cartões migratórios. Nos atribuíram um número de barraca e nos informaram os horários do jantar (19h), do café da manhã (das 7h às 9h) e da saída (9h). Por fim, e o mais importante: nos deram um ticket para trocar por uma bebida de boas-vindas. Sem dúvida, estávamos com vontade de largar as mochilas e aproveitar a atmosfera acolhedora daquele lugar.

Camping Setor Chileno

No Setor Chileno, o único tipo de hospedagem disponível é o camping, já que se trata de um local pequeno e não há espaço suficiente para outro tipo de acomodações. As barracas são estilo “safari”: tendas elevadas do chão com uma escada de acesso. Estão muito bem distribuídas pela floresta, ao lado do refúgio, e contam com vistas impressionantes. A tenda já estava pronta na nossa chegada, com almofadas e sacos de dormir. Achamos o espaço bem amplo (posso dizer que colocamos as duas mochilas de trekking — éramos duas pessoas — e ainda sobrou bastante espaço). Os banheiros ficam próximos, na mesma cabana onde está o refeitório e a recepção, e contam com água quente 24 horas por dia.

Naquela noite jantamos sopa de abóbora, salmão com batatas e bolo de sobremesa. Tenho que dizer que fiquei impressionada com a qualidade e a apresentação dos pratos — muito bem preparados e saborosos. Minha mãe não gosta de salmão, então serviram para ela um entrecôte que parecia delicioso. Durante o check-in já tinham nos informado sobre o cardápio e perguntaram se estava tudo certo ou se queríamos outra opção. Achei um gesto muito atencioso, e foi o único setor onde fizeram isso.

Durante o jantar, conversamos com outros viajantes que estavam sentados ao lado, compartilhando as experiências do dia e fazendo as típicas apresentações. Encerramos o dia por ali — estávamos cansadas e precisávamos descansar bem para a trilha do dia seguinte. Naquela noite, o vento soprava forte. Embora não tenhamos passado frio, o barulho do vento contra a barraca e o movimento das árvores era bem alto (até me acordou algumas vezes).

Mapa do rota

Segundo dia: do Setor Chileno ao Setor Central

Na manhã seguinte, a previsão do tempo era ruim, havia muita névoa e não era possível ver o topo das montanhas do mirante. Decidimos tomar café da manhã primeiro: tinha suco, café, pão, frios, manteiga e geleia, cereais e frutas. Precisávamos nos preparar bem para continuar nosso trekking por Torres del Paine.

Saímos da barraca às 9h, pegamos nosso almoço para viagem e decidimos esperar um pouco para ver se o tempo melhorava. Após conversar com o pessoal do local, nos informaram que, infelizmente, devido à névoa, não conseguiríamos aproveitar as vistas na Base Torres. Por isso, decidimos voltar direto para o Setor Central.

Começamos a trilha animadas, já que toda a paisagem era espetacular e as torres de granito podem ser vistas de vários pontos do parque. Hoje faríamos o mesmo caminho do dia anterior, mas desta vez descendo.

Refúgio Setor Central

Chegamos ao Setor Central e naquela noite ficaríamos hospedadas no Refúgio. Nos atribuíram duas camas beliche em um quarto compartilhado para 6 pessoas, com uma janela enorme com vista para a montanha. Cada cama tinha um armário para guardar a mochila e os pertences. As camas já estavam preparadas com sacos de dormir. Cada uma tinha sua própria luz de leitura, uma mesinha e uma entrada USB para carregar o celular (muito útil).

O céu tinha aberto e o sol apareceu, então saímos para a varanda para comer nosso almoço para viagem. Ele incluía uma fruta, um sanduíche, uma barrinha, um chocolatinho e castanhas. Depois, fomos conhecer as instalações. O Setor Central é bem grande, com um refeitório e um bar amplos que oferecem vistas incríveis. Também conta com áreas comuns para descansar, onde você pode sentar confortavelmente para ler ou conversar. Os arredores também são muito bonitos para dar uma volta e aproveitar a paisagem.

Todo o pessoal era muito simpático, então passamos a tarde conversando, tomando algo e aproveitando o ambiente privilegiado ao nosso redor. No refeitório, tinham um quadro com o cardápio daquela noite. O prato principal novamente era salmão, mas desta vez com purê de batatas. Estava tudo tão gostoso que não me importei de repetir (embora minha mãe tenha pedido outra opção, e não tiveram problema algum — basta avisar com antecedência algum membro da equipe para que a comida esteja pronta na hora do jantar).

Naquela noite, dormi mais confortável e quentinha. Agradeci muito a comodidade de ter os banheiros perto, pois facilita na hora do banho e você pode ir quando quiser, sem precisar sair ou passar frio.

Mapa da rota

Terceiro dia: do Setor Central ao Setor Francês

No terceiro dia, seguimos a mesma rotina do dia anterior: tomar um café reforçado, pegar nossa lunch-box e deixar o quarto. Partimos para a trilha que nos aguardava, 17 km do Setor Central ao Setor Francês. O sol havia saído e o dia estava lindo!

Essa etapa me encantou, pois caminhamos ao lado do Lago Nordenskjöld, que tem uma cor azul turquesa intensa e linda. Sem dúvida, a magnitude da paisagem que Torres del Paine oferece durante todo o trekking é um dos maiores espetáculos para contemplar. Além disso, durante essa rota atravessamos algumas pontes suspensas e parte do trajeto foi pelas pedras à beira do lago.

De repente, vimos umas cabanas muito bonitas na montanha — chegamos ao Setor Cuernos! Como estávamos em outubro, o refúgio estava fechado (abre em novembro), mas ainda assim havia pessoal por ali. Eles nos deram água e nos permitiram usar o banheiro. Paramos nas mesas na área externa para descansar e comer algo antes de continuar a rota. Embora não tenha tido a chance de conhecer o Cuernos por dentro, me pareceu um lugar muito acolhedor. Esse setor oferece hospedagem privativa em cabanas de madeira em um cenário único, com vista para o rio e o Maciço Cuernos.

Camping Setor Francês

Caminhamos mais 3 km e chegamos ao Setor Francês, onde passaríamos a noite no camping. Na verdade, esse foi o setor que menos gostei por causa da sua distribuição. O camping é muito grande, e um funcionário nos acompanhou até a nossa barraca. Ele teve que usar um mapa para se localizar e encontrar o número, pois a organização é um pouco confusa. Além disso, os banheiros ficam longe, em um caminho com subida, o que achei desconfortável. Se você precisar levantar no meio da noite, o acesso pode ser perigoso… então não esqueça de levar uma lanterna!

Se você ficar no refúgio, a experiência pode ser bem diferente. As camas ficam em iglus muito únicos e bonitos, localizados em frente ao lago, ao lado do refeitório onde são servidas as refeições.

O refeitório desse setor é pequeno, então as refeições são servidas em turnos. No check-in, você recebe o horário, os vouchers das refeições e é informado da importância de chegar pontualmente. Minha dica é chegar cinco minutos antes, pois enquanto preparam as mesas não é permitido esperar sentado. Embora chegar ao refeitório seja cansativo — há duas subidas bem íngremes —, as vistas para o lago são impressionantes. Tivemos a sorte de jantar e tomar café nas mesas junto à janela (o pessoal atribui os lugares por ordem de chegada e pelo tamanho dos grupos). Esse setor também tem um bar separado, localizado no meio do caminho entre o refúgio e o camping. Além disso, há passarelas para caminhar e apreciar a vista.

Mapa da rota

Quarto dia: do Setor Francês a Paine Grande

Naquele dia, nossa rota era do Setor Francês até Paine Grande. Estava chovendo quando acordamos, e a chuva não parou durante toda a manhã. Colocamos as capas de chuva e seguimos viagem. Infelizmente, o tempo não permitiu subir ao Mirante Francês, então continuamos direto até o Refúgio Paine Grande.

Durante essa etapa, caminhamos pela floresta. Muitas das árvores na paisagem estavam “mortas”, com troncos secos e sem folhas. Isso se deve ao incêndio de 2011, que afetou cerca de 17.000 hectares do parque.

Mesmo assim, achamos a rota muito bonita e única, com várias passarelas e pontes que cruzam rios. As placas indicativas nos guiavam pelo caminho. Ao chegar em Paine Grande, encontramos uma grande clareira muito bonita em frente ao Lago Pehoé.

Refúgio Paine Grande

O Refúgio é grande e acolhedor, com um amplo refeitório e várias áreas comuns para descanso. Tivemos muita sorte e nos deram um quarto privado para duas pessoas. Assim que abrimos a porta, pudemos ver pela janela um grupo de guanacos pastando bem perto. Fiquei super feliz e animada com a vista tão próxima! Desta vez, as camas estavam feitas com lençóis e edredom, o que gostamos muito — foi um alívio poder descansar sem saco de dormir.

No check-in, nos informaram que a água quente estaria disponível até as 22h, então era importante tomar banho antes disso. Os aquecedores dos quartos eram ligados às 17h. Enquanto isso, fomos para uma das muitas áreas comuns do Refúgio, onde acabavam de acender a lareira. A sala tinha poltronas, sofá, jogos de mesa e até um tipo de cabideiro para pendurar roupas para secar. Ali, tomamos uma taça de vinho que havíamos trocado previamente com nosso voucher de boas-vindas.

Camping: No setor, as barracas do camping são tradicionais, montadas diretamente no chão com estrutura de madeira. Como havia muito vento nessa área, a experiência no camping parecia bem mais difícil do que em outros setores.

Última noite em Torres del Paine

À tarde, o sol apareceu junto com um arco-íris. Que lindo! Registramos o momento com uma foto. Se você for fazer esse trekking, é importante saber que o clima em Torres del Paine é muito variável. Você pode vivenciar as quatro estações num único dia, passando de chuva e frio para sol e calor, quase sempre com um pouco de vento. Por isso, é essencial estar bem preparado com a roupa adequada.

Às 19h começou o jantar, que desta vez foi no estilo buffet. Havia muita variedade e você podia repetir: sopa, lentilhas, saladas, legumes, arroz, macarrão, feijão… O prato principal era carne, com duas opções para escolher, mas que não podiam ser repetidas. Para o resto da comida, você pegava sua bandeja e colocava o que quisesse. De sobremesa, havia uma geladeira com três tipos diferentes de doces, taças de chocolate ou caramelo e uma opção com frutas. Depois do cansaço de caminhar o dia todo, agradecemos a possibilidade de comer o quanto quiséssemos.

Era nossa última noite e no dia seguinte precisaríamos deixar o Parque para seguir viagem até Puerto Natales, o município mais próximo. O cansaço já pesava, e dormimos rapidamente.

Mapa da rota

Quinto e último dia: de Paine Grande a Puerto Natales

Último dia do nosso trekking por Torres del Paine. Acordamos cedo e fomos tomar o café da manhã, que também era no estilo buffet. Pegamos nossa lunch-box e deixamos o quarto às 9h, horário de saída.

Tínhamos a oportunidade de visitar o Mirante Grey, mas estava chovendo, ventando muito e o céu nublado. O clima, junto com o cansaço, nos fez optar por aproveitar a paisagem ao redor e sair um pouco antes do previsto do parque.

Em frente ao Refúgio fica a área de embarque de onde sai o catamarã que leva até Pudeto. Havia três horários de saída durante o dia: 9h20, 11h20 e um à tarde, às 18h30. Tínhamos o bilhete para o catamarã da tarde, mas decidimos sair pela manhã. O pessoal do catamarã foi muito gentil e não teve problema com a troca.

Durante meia hora navegamos quase 10 km pelo lago até chegar ao destino, apreciando as vistas e nos despedindo desse lugar magnífico que certamente nunca esqueceremos. Ao chegar em terra, entramos na aconchegante cafeteria de Pudeto, onde tomamos um café enquanto esperávamos o ônibus para Puerto Natales. Nosso horário era o da tarde, mas perguntamos ao motorista e havia vagas na saída seguinte. Mais uma vez, não tivemos problema algum para mudar o horário.

Ônibus de Pudeto a Puerto Natales

Durante 2 horas percorremos quase 140 km de ônibus até chegar ao terminal rodoviário de Puerto Natales. Ao chegar, pegamos um táxi (com tarifa fixa para qualquer trajeto na região por 2500 CLP) que nos levou até nossa acomodação: Hostal Factoria. Sem dúvida, um lugar muito recomendável, situado ao lado da orla, perto da praça principal e do centro da cidade. Conta com quartos privados e compartilhados, cafés da manhã bem completos e um atendimento ao cliente excelente.

Após nos instalar, decidimos sair para almoçar e acabamos no Asador Patagónico. Comemos maravilhosamente bem e por um preço ótimo. Depois, fomos passear pela cidade e nos pareceu muito autêntica, pois não era tão turística e encontrávamos gente local e comércio artesanal. À tarde aproveitamos para caminhar, comprar algumas lembrancinhas, explorar a orla e relaxar nessa cidadezinha tranquila.

Conclusões sobre o trekking em Torres del Paine

Ao longo de cinco dias, enfrentamos trilhas desafiadoras, desfrutamos de paisagens únicas e compartilhamos momentos com outros viajantes em seus icônicos refúgios. Apesar das mudanças climáticas repentinas, aproveitamos cada etapa da experiência e a beleza do ambiente. Esse trekking em Torres del Paine nos deixou lembranças inesquecíveis e nos inspirou a continuar explorando e conectando com a natureza.

Assim vivemos nossa experiência na Patagônia Chilena realizando o Circuito W. Espero que tenha gostado e que isso te incentive a embarcar nessa aventura única no impressionante Parque Nacional Torres del Paine. Aqui deixo todas as opções que você tem para visitá-lo e uma página para conhecer mais detalhes sobre suas acomodações.

By Annia

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